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via Update or Die de Wagner Brenner em 31/03/10
Os cartógrafos da Floating Sheep mapearam as diferentes ramificações do Cristianismo baseado em volume de buscas na internet (clique para ampliar). Bom, geralmente quando a gente faz algum post sobre algum pastor mais animadinho ou qualquer outra menção a alguma bizarrice religiosa (a qualquer religião diga-se de passagem), somos inundados por centenas de comentários que continuam aumentando por meses a fio. Com certeza, fruto de uma corrente onde um avisa o outro pra comentar. Mas nesse caso, se isso acontecer é até bom porque acho que reforça uma das leituras desse mapa que é justamente a influência do “próximo” mais do que, necessariamente, da crença e dos valores propriamente ditos. É a força do vizinho, do primo, da cunhada… da TV de madrugada…Enfim, talvez seja mais sábio olhar pro céu do que pro lado, vai saber.
Esse mapa da Floating Sheep é um detalhamento de um projeto anterior que analisa as diferentes religiões (e não só o Cristianismo) pelo planeta. Confira depois do jump.
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Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passaráA vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundoNão adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar (...)(Como uma onda - Lulu Santos/ Nelson Motta)
Não adianta nos prepararmos quando a onda já está lá em cima. Temos que conhecer a onda durante a sua formação, pois, quando ela chegar ao topo, devemos estar à par de tudo e prontos pra agir o tempo todo.
Temos que estar em sintonia com o ZEITGEIST (pronunciasse: tzait.gaisst) e antenados com as MEGA TENDÊNCIAS (importantes mudanças sociais, econômicas, políticas e tecnológicas que se formam lentamente e, uma vez estabelecidas, nos influenciam por algum tempo).
MUDANÇAS SOCIAIS
Múltiplas opções ao invés de escolha entre isto ou aquilo;
Mudanças profundas no paradigma familiar (vários núcleos familiares);
Estilo de vida global e nacionalismo cultural convivendo ao mesmo tempo.MUDANÇAS POLÍTICAS
Descentralização;
Emergência de um Socialismo de Mercado;
A Democracia representativa cedendo espaço para a Democracia participativa;
AUTO-AJUDA ao invés da ajuda institucional;
Comunicação lateral INTENSIVA no lugar das hierarquias.MUDANÇAS ECONÔMICAS E MERCADOLÓGICAS
Economia nacional fortalecida;
Explosão das economias do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China);
Declínio dos mercados e da produção em massa;
Fragmentação do mercado;
Explosão de produtos e serviços;
Mais escolhas;
Demanda por qualidade e respostas rápidas;
Maior complexidade;
Empresas de pequeno e médio porte;
Unidades estratégicas de negócio.MUDANÇAS TECNOLÓGICAS
Socialização da informação através da internet;
Aumento expressivo de acesso rápido (banda larga) à grande rede;
Chegada do celular como veículo de informação (envio e recebimento de texto via SMS, de som e imagem, via MMS, aplicativos, sites wap, envio e recebimento via bluetooth).Todas essas mudanças vêm alterando, drasticamente, o perfil do consumidor (politizado, consciente, com escalas de valor definida e pró-ativo), da concorrência (ágil, intensa, internacional, maior quantidade de canais de distribuição) e dos fornecedores (parceiros por projetos, peças chaves de produção), tornando o mercado mais dinâmico e complexo.
As empresas também tem sido atingidas e levadas a:
Adequarem seus perfis;
Migrar suas orientações para nichos;
Tornarem-se mais rápidas e flexíveis;
Conscientização em questões como qualidade, meio-ambiente e importância das pessoas (colaboradores, clientes e parceiros);
Buscarem ser mais transparentes e participativas.Com isso, o perfil do profissional da Era da Conectividade também evoluiu para:
Cidadão do mundo;
Bilingue (mínimo);
Generalista;
Visão estratégica;
Intuitivo (maior capacidade de percepção);
Sensível;
Visão sistêmica (conexão);
Mais que um usuário, um internauta 2.0 (participativo, colaborativo);
Alto nível cultural."A principal coisa do mundo não é o conhecimento, mas o uso que se faz dele"
(Theodore M. R. Von Keller)
Numa sociedade cada dia mais conectada, não conseguiremos obter resultados relevantes apenas com Talento, é necessário completar essa TRÍADE DO SUCESSO com Informação e Relacionamento.Por isso, nada de ficar utilizando a internet somente para ler o horóscopo, ficar teclando no messenger e entrando no orkut... nós temos uma poderosíssima ferramenta de CONEXÃO que, se utilizada corretamente, pode ampliar nossas potencialidades, nos ajudar a descobrir nossas habilidades e competências, nos informar e, principalmente, nos conectar com pessoas que possam ajudar com nossas escolhas.
Bem vindos à ERA DA CONECTIVIDADE!!
via outrolado.com.br -
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via Update or Die de Wagner Brenner em 29/03/10
Pense duas vezes na próxima vez que estiver prestes a encabular seu amigo(a) aniversariante, puxando aquele “Parabéns pra você” bem no meio do restaurante lotado.
A música é da Time Warner e é protegida legalmente pela lei dos direitos autorais (United States Code, Title 17 §106). Se for cantada em lugares publicos, para uma platéia maior que a dos seus amigos e parentes pode complicar pra você (alô garçons moderninhos, olha só o perigo).
Se aparecer em algum filme, acessivel ao grande público (como aquele seu filminho caseiro que tá no YouTube) tem que pagar. O documentário The Corporation, por exemplo, teve que pagar 10 mil dólares por um trechinho. O Epcot Center tinha também um trechinho em uma das suas atrações e também teve que pagar.
Aliás, a história de Parabéns pra você já é torta de nascença: é chupada de “Good Morning too all”, musiquinha de boas vindas, composta no Kentucky em 1893 por duas professorinhas do prézinho.
Good morning to all, Good morning to all, Good morning dear children, Good morning to all
No Brasil, a rádio Tupi do Rio de Janeiro organizou em 1942 um concurso para escolher uma letra que casasse com a melodia de “Happy Birthday To You”. A vencedora foi a paulista Bertha Celeste Homem de Mello, que até sua morte, em 1999, fazia questão de que as pessoas cantassem a letra do jeito que ela escreveu:
Parabéns a você, nesta data querida, muita felicidade, muitos anos de vida”.
Se você quiser, dá até pra fazer parte do abaixo assinado que pede pra Time Warner parar de bobagem, com texto sugerido e tudo. Donos de estabelecimentos comerciais podem pedir uma licença especial. Depois do jump.
Click here to view the embedded video.
Mailing Address
Time Warner Inc.
One Time Warner Center
New York, NY 10019-8016
Phone
1-212-484-8000
If you’re going to send a message, here’s a sample letter. (Before sending such a letter, you should know that some restaurants, nightclubs, etc., pay for blanket ASCAP catalogue licenses that might exempt patrons from copyright liability for singing during dinner.) You’ll want to modify yours to include correct details on the infringement:
Dear ASCAP,
The copyright status of “Happy Birthday To You” and the law
related to public performances of copyrighted works have recently been
brought to my attention. I am very concerned by the public’s apparent
disregard for copyright law demonstrated by rampant infringement of
“Happy Birthday To You.”
It is with this in mind that I wish to bring to your attention a
recent unauthorized public performance:
–>> WHEN (e.g., December 10, 2004)
–>> WHERE (e.g., at the Vol De Nuit at 148 West 4th Street in New York)
–>> WHO (e.g., a group of patrons and the barstaff)
I hope that you are able to quickly follow up on this and to enforce
your copyright and extract the necessary royalties or licenses from
the offenders.
It is, in part, because of your lax and selective enforcement of your
copyright that most people do not realize that “Happy Birthday To You”
is even copyrighted at all.
In the event that you choose to continue selectively enforcing the
copyright in “Happy Birthday To You,” for whatever reason, please
consider asking Congress to change copyright law to reflect the way that
most people view and interact with copyrighted works such as “Happy
Birthday.”
Sincerely yours,
–>> YOUR NAME
–>> YOUR ADDRESS
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via Sedentário & Hiperativo de Kentaro Mori em 28/03/10
O jornalista Dioclécio Luz expõe uma contundente crítica à violência nos gibis da Turma da Mônica. Os personagens infantis não teriam personalidade, e sim “desvios comportamentais” sérios, do bullying da menina de cabelos de cacho de banana aos distúrbios alimentares de Magali e a falta de higiene de Cascão.
Gibis inspiradores? Segundo Luz, seriam Mafalda e Calvin. Até Tio Patinhas seria menos ruim que a Turma da Mônica.
Se estas idéias lhe parecem verdadeiras — ou absurdas — proteste. O texto lembra o triste fim da Turma da Mônica, do MrManson. Successful troll is successful.
© Kentaro Mori for Sedentário & Hiperativo, 2010. | Permalink | Proteste | Add to del.icio.us
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via Webinsider de Fernand Alphen em 28/03/10
As redes sociais bombam no mundo inteiro. Sabe aqueles números grotescos que adoramos apresentar para convencer os incautos? O tamanho do Facebook no mundo, do Orkut no Brasil, aquelas falácias clássicas da marca X que saiu do anonimato da noite pro dia com uma estratégia (sic) de redes sociais (sic sic)?
É tudo verdade mas esse assunto perdeu a graça. É papo de evangelizador neófito, blablabla de imprensa pretensamente antenada.
Muito mais fascinante é antever, ou desenhar cenários de tendências. O que vem depois?
A anatomia da Internet pressupõe a explosão ad infinitum dos canais de comunicação, a atomização extrema das vozes. No limite, cada pessoa é emissora, veículo, canal, mídia.
Funciona mais ou menos assim: descubro primeiro que, de forma simples e barata, minha voz pode ser ouvida por quem me interessa. Depois, percebo que também posso atingir pessoas que nem suspeito que existam. Na seqüencia, saco que esses anônimos todos podem me interessar. Fico muito empolgado.
Minha primeira experiência é entrar nos canais que já me dão espaço. Entro nos veículos tradicionais e boto a boca no trombone. Mas e se eu pegasse um lotezinho numa comunidade? É mais simples, menos travado, dá mais liberdade. Vou lá fazer meu perfil no orkut, no facebook.
Quando eu melhoro de vida, resolvo ambicionar um lugar pra chamar de meu. Sonho sair do Cingapura, do BNH. E começo pequenininho, compro um terreninho, ensaio meu bloguezinho. Tomo gosto. Melhoro de vida e meu lugar - que chamo de meu – cresce, fica bacana, recebo visitas, dou festas, cresce e aparece.
Pra que colaborar na casa dos outros? Pra que morar num balança-mas-não-cai? Pra que ficar na periferia? Desisto de comentar notícia nos veículos online, abandono meus perfis de rede social, e viro minha própria Rede Globo.
É por isso que o hoje já é ontem, na Internet. Facebook, Orkut? Old fashion! [Webinsider]
…………………………
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Eu estava pensando agora no próximo tema para postar aqui no Subete. Eu já tinha meio que decidido, mas é um assunto sério e acho muita responsabilidade escrever sobre ele. E foi justamente quando eu pensava sobre isso que li a notícia abaixo:
"Anime é o principal exemplo do porque duas bombas atômicas não foram o suficiente..."
Quem escreveu isso em seu Facebook foi o senhor Nickolas Levasseur, do partido democrata de New Hampshire lá dos estados unidos. Agora eu penso que talvez não deveria me arrepender de um dia ter dito sobre os atentados de 11 de Setembro que ocorreram nos Estados Unidos que "morreram poucos".
A notícia provocou um escândalo, com o governador interferindo e tentando apaziguar os ânimos. O deputado vindo a público e no Anime News Network pedir desculpas e se justificar. Leia sua declaração:
Eu gostaria de me desculpar profundamente por minha insensibilidade no meu post. Foi um comentário feito de forma não refletida, feito de brincadeira em minha página privada do facebook. Isto, claro, não serve de desculpa para o comentário. Esse tipo de discurso não deve ser usado nem em privado nem em público. Ele não representa uma opinião verdadeira, política ou pessoal. Meu passado na Câmara de New Hampshire mostra comprometimento com a igualdade e a justiça social. Este é um passado do qual eu me sinto orgulhoso. Este comentário desapontou não somente o povo de New Hampshire, a quem eu tenho o privilégio de servir, mas também ao meu próprio código moral e minhas crenças.
Se o atentado que sofreram não serviu para se colocar no lugar dos outros, imagino como se sentem aqueles que realmente foram massacrados por eles e querem vingança.Se eu mesmo já desconfio de mim, como confiar nos outros. Essa humanidade sempre me decepcionando.
Créditos da tradução do pedido de desculpas para a Valéria Fernandes.
Achei a tradução no Shoujo Café.
a -
Enviado para você por léo através do Google Reader:
via Braziu Organização de braziu.org em 27/03/10
No ar mais um estupendo programa da TV BRAZIU, um oferecimento de braziu.org.
Érica Manssour na China, Walter Valdevino no Braziu, Fabrício Pontin nos Estados Unidos, Leandro Demori na Itália e Mário Camera na França comentam Google x China, riqueza política na Itália, derrota política do marido da Carla Bruni na França, reforma da saúde nos EUA, formspring, Serra, Dilma, Datena e muito mais.
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via Update or Die de Gica Trierweiler em 26/03/10

Plástico demora até 500 anos pra ir embora e, enquanto não se desfaz, passa por comida de animais. Pense nisso no seu próximo brainstorm. Mais informações aqui, no 5 Gyres.
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Os agentes de mudança
mar 25th, 2010 by Carlos Nepomuceno
Você tem que ser a mudança que você quer para o mundo – Gandhi - da minha coleção de frases;

Você que trabalha com Internet é um agente de mudanças.
Quanto mais você assumir isso, melhor será para você e para o mundo.
O problema é que achamos que somos profissionais de tecnologia, de informação, de conhecimento, de inovação.
Ai, ai…
Perdidos em frases, caixas, pedaços, sem a visão do todo.
Note que a crise quando vem, não chega compartimentada.
Arrasta tudo e todos.
Só nós trabalhamos em pedaços, ela não!
Esse pensamento compartimentado por função nos leva diretamente a ser profissionais de assuntos e não de solução de problemas.
Temos que ser agentes para resolver os entraves do mundo.
Suas crises e as coisas que emperram a vida.
Estamos vivendo uma crise de grandes dimensões, mas se nem sabemos qual é, como podemos atuar?
Quanto mais olharmos para os entraves e trouxermos soluções, mais efetivos seremos.
E, por consequência, mais útil às organizações, que devem focar nos problemas a serem resolvidos, as demandas conscientes e inconscientes (latências).
Quando nos reduzimos a um assunto, pedaço, simplesmente tapamos a possibilidade de resolver as crises.
E depois reclamamos de que os outros pensam compartimentado!

Pobre dos outros!
Isso vale para qualquer profissão, ainda mais aquelas diretamente envolvidas nas pontas do presente, perto do futuro.
Assim, não se perca:
Você não é profissional de marketing, de redes sociais, de gestão de conhecimento, de inovação!
Você é um agente de mudanças que deve estar focado em resolver as crises que estão aí.
Queremos mudar um mundo “A” – com suas crises – para um mundo “B” – que supere e traga novas e não velhas e surradas crises.
É um ciclo!

Todo agente de mudança, assim, deve ter clareza de onde estamos e para onde vamos. E o que está inadequado e o que precisa mudar.
Como? Por quê? Para onde?
Você sabe?
O problema é que engolimos sempre o anzol, com a isca, a chumbada e tudo junto.
Somos mulas, ao invés de estarmos na cela!
Por isso, que é importante construir um ponto de vista pessoal.
Um modelo sistêmico qualquer para analisar a sociedade, seus caminhos, as crises e como podemos atuar nelas.
E ir aprimorando.
O que, no fundo, você vai vender para o mercado é esse ponto de vista pessoal, que é a reflexão, criação e, posterior, superação sobre o senso comum – que existe dentro de cada um.
Sem um modelo teórico que explique todos os agentes que fazem parte da sociedade e as crises latentes e visíveis, algo efetivo e que funcione, esquece.
Você está que nem avestruz, com a cabeça dentro de um buraco.

De forma consciente, ou não.
O que importa hoje – como sempre valeu – é quem consegue entender as forças em conflito, suas crises e as soluções para as mesmas.
É isso que estou chamando de lógica!
Note que:
Toda a empresa que está ganhando bilhões, começou por perceber a nova lógica, a crise embutida nela e – a partir daí – transformou essa ideia em serviço ou produto. Só depois rolou a grana!
- Google - crise da incapacidade de busca da informação, com ela crescendo…em proporções gigantescas;
- Amazon - crise da demanda de compra de produtos a distância, com uma população cada vez mais urbana e sem tempo;
- Skype – crise da impossibilidade de se falar a distância, com um planeta globalizado com o primo lá, o tio acolá, a filha ali, o sobrinho sel lá aonde.
Isso que é gerar valor:
Resolver uma crise para criar comodidade nas latências conscientes e inconscientes.
O resto é papinho para boi mimir!!!
Ou seja, não vendemos informação, conhecimento, tecnologia, vendemos solução, dentro de uma lógica, que visualiza com clareza as crises presente e as saídas futuras!!!
Se você não pensar desse jeito, parabéns!
Um salário baixo e uma vida chata lhe aguarda no final do mês!

Quanto mais a sua lógica para detectar as crises for original, diferente, consistente e agregar valor para os clientes, mas você irá crescer.
O problema é que hoje quem trabalha no mundo web:
- 1- não se acha agente de mudanças de crises, mas de venda de ferramentas, de metodologias empacotadas e de segunda mão, com um foco em determinado assunto e não focado no problema!!!
- 2- quando cai a ficha que é agente de mudança, não tem um bom diagnóstico do ambiente para perceber as crises latentes;
- 3- e, quando consegue, é incapaz de oferecer soluções viáveis.
Esse é o nosso desafio!
Por fim, acredito que devemos ter cursos no mercados que se chamariam no geral Formação de Agentes de mudança 2.0 com percepção das crises e como cada um pode atuar para ajudar na solução, com equipes multidisciplinares interagindo dentro das escolas e não várias escolas, falando da crise em separado e propondo soluções com seus martelos cegos atrás de pregos invisíveis.
Como podemos falar de integração nas organizações se nas pós, nos MBAs e em todo lugar é tudo separado?
E você, “Zé Mudança” ou “Maria mudança” que dizem?
PS – Este blog, no fundo, sempre falou para os agentes de mudança de forma inconsciente. Neste post, no fundo, assumo meu público prioritário. Bem vindo! (Demorou quase dois anos para cair essa ficha!)
Posted in Gestão de mudanças, Mercado de Trabalho 2.0
via nepo.com.br -
Colaboração: dos escravos aos tecno-colaboradores
mar 24th, 2010 by Carlos Nepomuceno
Na era em que vivemos, o que faz a diferença são o o conhecimento que as pessoas diminam e a interação entre elas, o que gera conhecimento coletivo. O decisivo é o fator humano, condição que dá a cada indivíduo o direito de sentir-se sócio e comportar-se como dono da organização onde trabalha - Emílio Odebrecht, da minha coleção de frases.

Antes de tudo, expliquemos.
Co-laborar = trabalhar junto.
Imagina-se que pode ser de forma voluntária e espontânea, mas colaborar é quando um grupo de pessoas reúne-se obrigado, ou não, a fazer um esforço comum em prol de dado objetivo.
Assim, quando vivemos a euforia da colaboração no mundo atual, temos que rever o passado, pois sempre tivemos que de alguma forma colaborar para sobreviver, mas os tipos de relação entre o mundo produtivo e os que colaboram foram mudando ao longo do tempo.
Vivemos hoje a passagem (no início dela) da relação salarial para uma nova, na qual envolveremos outros ingredientes, do tipo participação nos destinos das empresas.
Sem o trabalho coletivo nada teria sido construído no passado.
Digamos que remotamente, estabelecemos, no mundo oral, principalmente, desde os grunhidos, o trabalho de sobrevivência de cada um em prol do bando, o trabalho cooperativo tribal.

E depois, após as guerras e o aumento da tribo, estabelece-se o segundo modelo: o trabalho escravo.
Através da força.
Os escravos eram obrigados, pela imposição dos grilhões e do chicote, a colaborar para o ambiente produtivo, a despeito da sua vontade.
Digamos que a escravidão como ideologia aceitável durou até o final do século XIX, sendo o Brasil, infelizmente – e ainda como consequências visíveis – o último país do mundo a ter leis que aceitavam tal modelo.
(Isso não quer dizer que o trabalho escravo acabou no mundo, mas hoje é fora da lei.)
O capitalismo opta – por uma questão de facilidade e falta de espaço para operar no modelo escravagista – pelo novo modelo: o trabalho assalariado, pois, além de tudo precisava de consumidores para seus produtos, o que é o que nós temos, na maioria das empresas, até hoje.

O trabalho assalariado é resultado da medição do esforço, geralmente braçal, por peças, medido por tempo na empresa e pela capacidade de produção, que de forma clara faz a troca entre “x” de horas de produção = “y” de salário.
Como o trabalhador estava em uma espécie de linha de montagem, podia-se comparar fulano com beltrano, pois a produção e sua medição se davam de forma externa ao trabalhador.
Peças produzidas x horas trabalhadas.
Hoje, de certa forma, temos:
- - a valorização cada vez mais do trabalho intelectual – diante de uma tela;
- - a passagem da produção direta para os serviços, com a introdução de robôs, que passaram a fazer grande parte do trabalho assalariado do passado.
Essa mudança nos leva ao início de outro tipo, ou outro modelo de relação trabalhista, já que o modelo de relação assalariada não serve no novo ambiente, pois a diferença está na criatividade e motivação.
E nem sempre o salário nos leva a isso.
É preciso envolver a subjetividade do colaborador, o que nos remete a uma nova relação trabalhista e a um novo sistema econômico, baseado em uma nova modalidade: trabalho por adesão colaborativo.
Há a necessidade de um envolvimento maior por parte de quem trabalha e de quem emprega na relação, pois o mundo entra em outra velocidade, o que exige mudanças contínuas, na qual a criatividade (e portanto a inovação) é muito mais relevante.
Ou seja, o mundo que exigia um trabalhador que repetia; quer agora um que muda e se engaja.

Portanto, não se pode mais medir com a mesma precisão.
Os valores que passam a fazer parte do processo, são de ordem subjetiva, mudando, portanto, a forma de medição.
A pessoa vale pelo conjunto da obra, no longo prazo.
E na relação que se estabelece e não mais pelo que faz no dia-a-dia.
Perde-se também o sentido de espaço físico, horas trabalhadas.
Cada um passa a valer pelo que cria, independente as horas que está no escritório.
É fato: quem pode dizer que fulano está levando suas melhores ideias, criatividade ou relacionamento para a empresa?
É preciso, sim, como tem se feito: envolver e criar incentivos.
Mas mais do que isso.
É preciso ter um ambiente acolhedor e vários sentidos: respeito, confiança, acreditar no propósito da organização e, principalmente, princípios.
A palavra-chave, tanto para o colaborador interno, quanto para o consumidor.
Uma empresa em que eu acredite e confie.
E, de alguma forma, faça realmente parte, como sócio.

Parte-se para um misto de trabalho colaborativo e assalariado, no qual mais e mais os colaboradores devem se sentir fazendo parte da organização e isto implica em um outro modelo em relação ao capital.
Ou se é sócio também da empresa, ou ele se sentirá como assalariado.
Que é muito mais próximo do trabalho escravo e mecânico do que o colaborativo.
Na Época Negócios, 37, de março de 2010, o consultor americano Dan Pink afirma que estamos passando de empresas maximizadoras de lucros para maximizadoras de objetivos humanos.
Está dentro dessa linha.
Ele fala em três tipos de motivação:
- a 1.0 – de sobrevivência;
- a 2.0 – por recompensa (salário);
- a 3.0 – recompensa emocional.
Portanto, empresas 2.0, além da mudança de gestão do ponto de vista da relação das pessoas com a informação, com seus superiores, devem incentivar, como já fazem as empresas de ponta no mundo Web, a passagem de um mero assalariado para um acionista participativo, com cada vez mais espaço e poder de decisão nos rumos da empresa.

Se o feudalismo, foi moldado pela exploração do feudo, na relação semi ou totalmente escravagista.
E o capitalismo, pela exploração do capital, na relação salarial.
No novo sistema econômico, pós-capitalista, será baseado na colaboração intelectual e na motivação por estar construindo algo no qual esteja envolvido de forma subjetiva.
Um bom exemplo dessa tentativa de envolver de outra maneira os seguidores, pode ser vista neste trecho da matéria do Valor: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/3/19/a-anestesia-do-crescimento-que-vivemos-hoje-no-brasil
Trecho:
“A motivação de funcionários nem sempre precisa estar associada a bônus em dinheiro ou aumento de salário. Excelentes resultados podem ser obtidos com custo zero para a empresa. “Saber que o seu trabalho pode fazer a diferença na vida de pessoas é muito mais efetivo para extrair o máximo da equipe do que a promessa de participação nos resultados”, diz Oscar Porto, diretor-geral da Medtronic no Brasil, fabricante de equipamentos médicos. Sua empresa organiza todo fim de ano o Holiday Program, evento criado pela companhia nos Estados Unidos, onde clientes contam aos funcionários o quanto são beneficiados pelos produtos da empresa.”
Por fim:
PS 1 – claramente, esse ambiente não valerá para todos, pois sempre terá a parcela da população que vai limpar as “privadas do mundo”. E esta tenderá a permanecer no trabalho assalariado e – em alguns caso – vide China – no escravo. Quando se analisa o quadro acima, estamos falando das locomotivas da economia;
PS 2 - O interessante que o fim – ou o início do fim das legislações permissivas do trabalho escravo – se inicia com o capitalismo. E o capitalismo se inicia com a popularização do mundo escrito, com o livro impresso.
É, portanto, plausível supor que novos ambientes de conhecimento – impulsionados por novas mídias, podem modificar as relações de trabalho.
Ou seja, uma relação entre os modelos de trabalhos e as mudanças dos ambientes de conhecimento.
Quando um muda, o outro mudaria também!
(É um tema que inicio aqui – ainda virgem – que pode dar muito pano para a manga.)
Posted in Capitalismo 2.0, Empresa 2.0, Inovação 2.0
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via meiobit.com
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via drawn.ca
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SÃO PAULO - Converter água salgada em doce e potável não é algo simples – mas pode ser crucial para áreas de desastre (como Haiti).
Buscando soluções mais facilmente aplicáveis em emergências, pesquisadores do MIT desenvolvem unidades portáteis recarregáveis com luz do sol ou baterias que, além de remover o sal, eliminariam 99% de contaminantes, vírus e bactérias.
O método que usa concentração polarizada de íons foi criado por Sung Jae Kim e Jongyoon Han, do departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do Massachusetts Institute of Technology.
Atualmente, uma das principais formas de remover o sal é a chamada osmose reversa, que usa membranas como filtro e que exige bombas grandes para manter as altas pressões necessárias. Este novo sistema, no entanto, repele sal e micróbios da água de forma eletrostática, graças à membrana chamada “íon-seletiva” do sistema.
Tudo funciona em escala microscópica, com métodos de fabricação similares aos chips, porém utilizando produtos como o silicone. Cada dispositivo só conseguiria limpar quantidades diminutas de água, mas um grande número deles poderia produzir 15 litros potáveis por hora - seria necessário aglomerar 1.600 desses “chips”.
Nos testes, os pesquisadores conseguiram remover 99% do sal e de contaminantes. A quantidade de energia necessária ainda é alta, comparável á da osmose reversa, porém ele possui a vantagem de produzir dessalinização em qualquer escala. O MIT acredita que, com aperfeiçoamento, ele chegue a consumir somente a energia de uma lâmpada convencional.
Os pesquisadores acreditam que deva levar dois anos para lançá-lo no mercado.
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Dando continuidade na animação que estou fazendo (e aprendendo), fiz esse cenário, o legal é perceber o quanto a tecnologia ajuda nessas horas,
Nesse primeiro desenho usei aquarela sobre papel canson:
Já relatei que pintar com aquarela é realmente uma arte que requer muito estudo, mas eis o resultado final...
Graças a ajuda do Photoshop, gostei do resultado, além desse desenho conclui mais outros pra essa cena que já está encaminhada, agora é ir para a próxima cena. -
Estava eu zapeando a TV agora a tarde e eis que me deparo com esse produto no programa do ratinho: http://www.aguapurah2o.com.br/
Não faz muito tempo que venho ouvindo falar de que a próxima guerra será por causa da falta de água potável, tá ai uma boa iniciativa que espero que de certo para eliminar esses rumores.
E pensar que a idéia da máquina é bem simples, condensação do ar, algo que aparelhos de ar condicionado já fazem, mas aqui no caso a água passa por outros processos e sai limpinha.
Segundo o Ratinho a máquina custa uns R$ 5.000,00 deve consumir muita energia mas enfim, pelo menos pode ser uma alternativa pro nordeste do pais não morrer de sede.
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via Update or Die de Lorenzo Mendoza em 22/03/10
Mais uma daquelas ideias simples mas que só são simples agora que estão feitas.

Criação do chinês Gonglue Jiang.
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A hierarquia na abundância
mar 22nd, 2010 by Carlos Nepomuceno
As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em rede oferecidas pelo ciberespaço colocam novamente em questão o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas como nas escolas - Pierre Lévy – da minha coleção de frases;

Estava em um cliente e ouvi a seguinte frase:
“Estamos entrando num mundo sem hierarquia”.
Ponderei logo depois para a cliente que não era bem isso e reproduzo aqui minhas reflexões, a partir de lá.
Existem algumas premissas para fazer essa discussão:
- 1- sempre vivemos em rede sociais, desde que estávamos na caverna;
- 2- estas redes dependiam e dependem de ambientes de comunicação e informação para sobreviver, variando pelas tecnologias de comunicação e informação disponíveis;
- 3- sempre estabelecemos hierarquias dentro destas redes sociais, de forma mais ou menos flexível, conforme a necessidade de inovação daquela determinada sociedade;
- 4- a internet é mais uma das muitas mídias de comunicação e informação disponíveis, que introduz mais flexibilidade à rede social;
- 5- entretanto, apesar de mudar o tipo de forma de hierarquia, deverá existir, pois há uma limitação da capacidade e dos talentos de cada um para colaborar na rede;
- 6- como tendência, teremos mais flexibilidade, em uma hierarquia mais dinâmica, mais fluida, mas com uma dada hierarquia, baseado em critérios mais meritocráticos, para ganhar dinamismo.

Da mesma maneira que o ambiente de conhecimento do livro impresso flexibilizou a hierarquia da Igreja e da Monarquia e introduziu o capitalismo no mundo, a Web forçará uma hierarquia mais aberta.
(Mas note que nem sempre é assim, no livro, Quem está no comando – Ori Brafman o autor analisa redes diferentes como a dos Apaches, dos Alcoólatras Anônimos e mostra que o dinamismo e a organização mais flexíveis não dependem apenas das tecnologias utilizadas. Ou seja, a Web ajuda, mas por trás da tecnologia deve existir um conceito. Que é mais ou menos premente, a partir da necessidade de inovar daquele determinado grupo. Ver mais sobre a relação de rede com inovação aqui)
Na Web, essa hierarquia pode ser vista na relação de seguidores e seguidos.
De sites mais visitados e menos visitados.
Uns exercem, a partir de uma lógica mais meritocrática, determinados papéis na topologia da rede.
Isso é fruto de uma limitação e de uma organização necessária para dar relevância e sobreviver.

O ser humano tem uma capacidade limitada de receber informações e agir.
Portanto, precisa priorizar.
E para priorizar necessita basicamente de filtrar e criar prioridades.
De funções, tempo e de atividades.
Qualquer mundo que nós entremos será regido por essa limitação.
E será estabelecida algum tipo de hierarquia mais ou menos flexível.
Algumas coisas e pessoas terão mais relevância que outras, pois não podemos dar atenção a tudo!
A não ser que inventem outro ser humano.
Com o mundo entrando em um novo ambiente de conhecimento, por sobre o “sistema operacional” da Web, está se viabilizando, por necessidade, a passagem da hierarquia “A” para a ”B”.
Como é um modelo um tanto diferente daquele que conhecemos, achamos que é um modelo “sem hierarquia”.
Ou caótico, mas tem suas regras.

Vamos ao conceito, no Houaiss.
Hierarquia:
“Organização social em que se estabelecem relações de subordinação e graus sucessivos de poderes, de situação e de responsabilidades”
No mundo 2.0, estamos precisando de oxigênio e dinamismo.
Assim, a nova hierarquia estará mais baseada no mérito, do que nas funções, pois o que interessa é quem pode naquele momento ajudar a resolver dado problema, independente qualquer cargo.
Não estamos no mundo sem responsabilidades, mas de um novo tipo de responsabilidade, mais compartilhada, para se ganhar dinamismo e, portanto, inovação.
O mundo 1.0 foi um mundo de desperdícios de talentos.
Esses talentos são necessários agora para resolver a crise de inovação produtiva em que estamos.
Perde-se tempo, energia e dinheiro produzindo coisas que não serão utilizadas nas pontas.
E perde-se tempo, energia e dinheiro quando o que precisa ser consertado depois do uso, não o é.
A nova hierarquia tratará de dar voz a quem não tem para evitar estes desperdícios. E, assim, ampliar o valor da troca.

O atual modelo hierárquico, baseado na estrutura vertical rígida, tem se mostrado incapaz de resolver a crise de inovação produtiva do mundo moderno.
Assim, estamos criando outro modelo hierárquico mais horizontal, porém, com novas regras de relevância.
- Antes, tínhamos poucos canais e tudo que era publicado tinha muita atenção. Controlava-se, assim, a publicação, os canais.
- Agora, temos muitos canais e tudo que é publicado tem pouca importância e atenção. Deixa-se publicar e só vai avaliar aquilo que tem relevância ou chama a atenção.
O que ninguém lê, não importa.

Nem num caso, nem no outro, por motivos diversos.
- Assim, no mundo digital 2.0, publica-se para editar.
- No mundo 1.0, editava-se para publicar.
Lá, o controle era do que ia ser publicado.
Agora, é saber o que é relevante naquilo que já foi publicado.
A hierarquia descentralizada agiliza os processos;
Forma novos líderes;
E dá voz a quem não tinha.
O objetivo?
Reduzir o desperdício da produção de bens e serviços, interno ou externo das organizações sociais, permitindo a revisão permanente para a atender a demanda mutante de 7 bilhões de almas que não param de copular e crescer.
É isso.
Que dizes?
(Vi que o tema a nova hierarquia na Web também apareceu neste debate do Campus Party.)
Posted in Empresa 2.0, Governo 2.0
via nepo.com.br -
Encontrei no youtube alguns dos curtas do Osamu tezuka que foram exibidos na Cofesta, mas não encontrei um muito legal que que lembra muito os traços da Disney. E olha o azar, deu pau no meu HD, na hora da restauração justo a pasta com as fotos e videos da Cofesta foram danificados, consegui restaurar pouco, vou insistir mais um pouco e ver se recupero alguma coisa.
Bem os curtas são estes:
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Aprenda agora a criar um Mário gigante feito de LEGO. Quem conseguir, favor enviar fotos. Obrigado.
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http://fottus.com/brinquedos/mario-versao-lego/" target="_blank">Envie o link deste post no twitter5 Comentários em Mario versão LEGO
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loko
- 2 | DineH - comentou em 19/03/2010
Loco Loco:D
- 3 | neto - comentou em 19/03/2010
tem tempo..
via fottus.com















