• Some numbers and slides from the Sita Distribution Report:

    Hour-long video here.

    Q. Who owns culture?
    A:

    Who Owns Culture?

    Q. How do you make money?
    A:

    Q. How many people have seen Sita Sings the Blues?
    A. I can’t know for sure, but as of today it’s been downloaded 258,744 times from archive.org, viewed 403,421 times at youtube (full movie) plus another 183,649 (installments); it’s been shared widely via torrents, screened at festivals and cinemas and libraries and classrooms, and otherwise copied all over the world. Googling “Sita Sings the Blues” today yields about 2,620,000 results. Sitasingstheblues.com enjoys about 193,000 visits a month.

    Q. How much have you received in donations so far?
    A. About $50,000.

    Q. How much have you received in profits from the Sita Merchandise Empire?
    A. About $45,000 for me as of March 2010. The store opened in March 2009, so that represents one year’s income. The store grossed about $83,000 during that time.

    Q. How much have you made from theatrical screenings?
    A. About $9,000 for me. I estimate box office gross was about 8x that much, or approx. $72,000, but that’s a gross estimate.

    Q. How much have you made from other DVD distributors?
    A. About $6,000 so far, which represents a small portion of gross DVD sales from other distributors. Our own DVDs which we offer at the Sita Merchandise Empire are accounted as store income, above.

    Q. How much have you made from broadcast?
    A. Only about $4,000 so far. Most broadcasters’ legal departments can’t wrap their heads around an open licensed movie. Happily New York’s PBS Affiliate Channel 13 embraced it, as did Link TV. Broadcasters, please show the movie!

    Q. How much have you received from voluntary payments from cinemas and festivals?
    A. About $12,000. I don’t use copyright to compel payments, but many venues share revenue of out decency and a mission to support artists, rather than legal threats.

    Q. What other income have you gotten from the film?
    A. Amazingly, $12,500 in Awards money. It still boggles my mind.

    Q. So how much money did you personally make releasing a Free film under an open ShareAlike license?
    A. In the film’s first year, I got about $132,000. I’ve received more since then.

    Q. How much did the movie cost you to make?
    A. $270,000: a $200,000 budget plus $50,000 to license the old songs via a “step deal” sufficient to decriminalize it for Free sharing, and another $20,000 in bargain-basement legal transaction costs. So I’m not in the black yet, but I am no longer in debt.

    Q. How much would you have made had the movie not been Free?
    A. When I was still trying to sell conventional monopoly rights to distributors in 2008, the highest advance I was offered was $20,000; I was told by one reputable distributor that the most I could expect in my wildest dreams to make in a 10-year contract was $50,000, and more realistically I could expect about $25,000.

    Vive la Revolution! Culture Libre

    Watch the video:

    Nina Paley at HOPE 2010 – entire talk from Nina Paley on Vimeo.

    Posted via email from Léo Ferreira

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    YouTube faz acordo com produtores na França

    • 25 de novembro de 2010|

    Por Agências

    O YouTube e algumas das principais associações de autores, cineastas e outros artistas franceses disseram ter chegado a um acordo para colocar mais programas de televisão e filmes online na França.

    —-
    Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook

    O acordo com três importantes grupos que representam o talento criativo na França abre caminho para que os criadores sejam pagos quando suas produções forem vistas no YouTube, do Google.

    No convênio anunciado nesta quinta, 25, o YouTube se beneficia com maior disponibilidade de conteúdo artístico e os criadores recebem em troca uma maior proteção a suas produções na internet.

    O site já fez acordos semelhantes com produtores de videoclipes na França em setembro.

    Um concorrente do YouTube, o francês DailyMotion, anunciou um dia antes que planeja colocar online o conteúdo de 20 emissoras de televisão.

    / ASSOCIATED PRESS

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Fui a um evento de empreendedorismo com meu tio e ganhamos o seguinte brinde...

    As instruções de uso veio com a seguinte piada pronta...

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Talking Kitty Cat: "







    Submitted by: reddit

    Posted at: 2010-11-14 17:30:34

    See full post and comment: http://9gag.com/gag/48892

    "
  • Esses são os primeiros 9 segundos do teaser que estou fazendo para uma idéia de série animada, a qualidade no youtube não ficou boa mas quando estiver finalizada coloco no vimeo.

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Todos por todos

    • 7 de novembro de 2010|
    • 17h38|
    • http://97ps5.th8.us" title="Tweet este Post" target="_blank">Tweet este Post

    Por Ana Freitas

    Imagina conseguir organizar gente do mundo todo para financiar o seu empreendimento. Centenas de pessoas doando pequenas quantias de dinheiro que, somadas, atingem o valor necessário para colocar sua ideia em prática. Dá pra fazer isso no Kickstarter.com, uma plataforma de crowfunding, uma modalidade de crowdsourcing.

    No Kickstarter, os idealizadores do Diaspora, uma espécie de Facebook de código aberto, apresentaram seu projeto e definiram o objetivo: eles precisavam de US$ 10 mil em doações. As 6.479 pessoas que deram dinheiro para os estudantes da Universidade de Nova York foram bem além. Eles arrecadaram mais de US$ 200 mil.

    O crowdsourcing – contração dos termos em inglês “crowd”, multidão; e “source”, fonte – está espalhado por toda internet. Todo site ou serviço online que depende da boa vontade ou da colaboração de muita gente ao mesmo tempo é uma iniciativa que emprega a força da multidão – e são exemplos de crowdsourcing a Wikipedia, o Yahoo! Respostas e os mapas colaborativos do Google.

    Nacional. A novidade é que essa tendência está finalmente funcionando por aqui. O melhor exemplo até um ano atrás era a versão em português da Wikipedia, mas isso tem mudado nos últimos meses. Programadores, empresários e grupos independentes começaram a colocar em prática projetos que contam com a multidão conectada como força-motriz.

    E, principalmente, porque estas multidões começaram a se engajar e produzir. Além da Wikipedia, surgem por aqui outros casos de sucesso em crowdsourcing. Como o da Fiat, que desenvolveu um carro em Creative Commons usando sugestões de mais de 17 mil pessoas, ou o Queremos Belle & Sebastian no Rio, projeto independente de fãs da banda escocesa que se uniram para financiar, sozinhos, a vinda do grupo para shows no Brasil.

    Inspirados em iniciativas que deram certo, startups brasileiras na área estão começando a dar as caras. Conheça algumas delas.

    —-
    Leia mais:

    A união faz o esforço
    ‘Link’ no papel – 08/11/2010

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    Posted via email from Léo Ferreira