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Enviado para você por Léo Ferreira através do Google Reader:
via Ph0bia de Flavio em 25/08/10
Nessa semana temos o dever de consciência de focar as nossas atenções para algo muito raro, talvez nunca na história do Brasil houve algo similar e que influencia diretamente não somente ilustradores, mas também outros tipos de artistas, como escritores, músicos, compositores, etc. que é a possibilidade de influenciar a modificação da Lei de Direitos Autorais do Brasil.Sabemos e sentimos na pele de alguma maneira que vivemos em um país aonde quase sempre as cartas já foram marcadas para que grupos de possuidores de um determinado poder perpetuem seu poder e ganhem com essa perpetuação sobre a energia de outras pessoas, mesmo quando essa outra pessoa seja detentora de criatividade e capacidade acima do comum.Sabemos também que a atual Lei de Direitos Autorais, embora seja justa, contém uma falha prática que permite que grande grupos de comunicação se apropriem do trabalho de artistas inexperientes ou necessitados em conseguir trabalho ou divulgar sua arte através da sessão total por tempo indeterminado de sua obra, podendo assim ganhar inúmeras vezes sobre o trabalho do autor sem precisar repassar qualquer quantia ao verdadeira merecedor do trabalho e sem sequer consultar ao autor sobre a forma como será explorada a sua obra.Paradoxalmente a nossa atual lei não permite de maneira alguma que nós, que trabalhamos criando e desenvolvendo arte, entretenimento e cultura possamos ter um empresa própria para gerenciar os nossos direitos de autor.Segundo o meu ponto de vista esses são os dois principais problemas da LDA e vejo que o momento permite que possamos, caso cada um de nós entendamos ser de nosso interesse e para nosso benefício nos manifestarmos, solicitarmos, reivindicarmos mudanças que atendam aos nosso interesses e nos protejam garantindo que cada ilustrador, quadrinhista, cartunista, escritor, roteirista, compositor, arranjador ou produtor possa, caso em algum momento de sua vida crie uma obra de grande destaque, garantir que possa ele ter seu sustento garantido como forma objetiva e material de reconhecimento pelo seu mérito.Devemos estarmos atentos a duas coisas nesse momento: - A primeira é o endereço eletrônico da proposta do Ministério da Cultura de Modificação da Lei de Direitos Autorais, lendo, conhecendo a nova proposta, sugerindo modificações que visem beneficiar a nossa profissão e apoiando as propostas existentes que sejam a nosso favor. O endereço do site é: http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/- A segunda coisa que precisamos fazer é reservar a manhã de sexta feira, 27 de Agosto para, às 9h00 estarmos todos presentes no Senac da Lapa, na Rua Scipião, 67, participando do evento que está marcado para ser a entrega do documento final de inúmeras entidade representantes de artistas visuais: ABIPRO, SIB, ACB, AEL-IJ, CEBEC, APROARTES e Sindicato dos Artistas Plásticos junto ao MinC.Nosso foco principal é extinguir definitivamente a cessão total de direitos. Se você concordar com nosso ponto de vista, eu peço que se junte a nós.Precisamos mostrar que nossos Direitos são apoiados pelos nosso profissionais e pelas pessoas que entendem que o autor precisa ser devidamente valorizado e protegido, para que a cultura de nosso país cresça e auxilie o surgimento de uma nação mais justa, culta, íntegra, com oportunidade para todos e com qualidade daquilo que se produz também culturalmente.Se quiser, envie esse texto para quantas pessoas quiser!Reserve a manhã dessa sexta-feira para uma boa causa, A cultura de um país inteiro agradece.
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Ruído misterioso
Por Redação Link
Perto de Povarovo, na Rússia, há uma estação de rádio que transmite um misterioso ruído continuamente há 20 anos.Só que na segunda-feira, 23, no lugar do monótono ruído entrou uma voz que dizia claramente em russo: “UVB-76, UVB-76 — 93 882 naimina 74 14 35 74 — 9 3 8 8 2 nikolai, anna, ivan, michail, ivan, nikolai, anna, 7, 4, 1, 4, 3, 5, 7, 4″. A mensagem foi clara e repetida por duas vezes.
Depois, a rádio voltou ao ruído, com algumas transmissões de voz distorcidas de vez em quando. Dá para ouvir também barulhos, como se alguém movimentasse coisas dentro da sala de transmissão.
Os ouvintes (sim, há ouvintes) relataram que, no início do mês, houve também uma voz falando em russo.
A estação UVB-76 é conhecida como “The Buzzer” pelos ouvintes. Normalmente ela transmite um ruído monótono 21 a 34 vezes por minuto. Só em três ocasiões o barulho foi alterado: em 1997, 2002 e 2006.
Rádios deste tipo não são raras. São estações de ondas curtas que transmitem vozes geradas por computador que repetem números, palavras, letras os códigos Morse. Não se sabe ao certo a razão das mensagens, mas há suspeitas de que sejam direcionadas a agentes secretos.
Os ouvintes já começaram a tentar decodificar a mensagem. Se os números forem relativos à coordenadas geográficas, eles levam ao mar Báltico, entre a Noruega e a Rússia, onde há produção de petróleo e gás em larga escala e onde também o exército da Rússia estaria planejanto testar mísseis antiaéreos.
Todas as teorias estão sendo registradas na página da Wikipedia. Qual é a sua?
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via 9gag.com
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via meiobit.com
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O modo como a internet funcionou até hoje está sob perigo!
O modo como a Internet foi construída é um dos grandes responsáveis pelo seu sucesso. Como tem dito o professor Sergio Amadeu, “na Internet, ninguém precisa pedir autorização para criar conteúdos, formatos, tecnologias e aplicações”. Esse modelo é que permite que a cada dia sejam criadas novidades incríveis que contribuem para a construção desse grande repositório das diversas culturas contemporâneas que é a Internet.
A internet foi projetada para que todo o tráfego de informações seja tratado de forma igual. Esse princípio é conhecido como “neutralidade da rede“, ou seja: quem controla a infraestrutura de rede não pode interferir no fluxo de dados. Entretanto, muitas empresas de telecomunicações e provedores de acesso perceberam que podem ganhar muito mais dinheiro se transformarem a Internet em algo parecido com uma rede de TV a Cabo, na qual você deve pagar pelo que acessa.
Se as corporações conseguirem quebrar o princípio da neutralidade na rede, um blog não será aberto com a mesma velocidade que o site da Microsoft ou daqueles que possuem muito dinheiro para realizar acordos com os detentores da infraestrutura de cabos, backbones e satélites. Isso levará à mercantilização completa para o ciberespaço e soterrará o modo como temos atuado na rede até o momento. O mais grave é que, sem o princípio da neutralidade, dificilmente jovens teriam criado o YouTube, a voz sobre IP, o BitTorrent etc., pois essas novidades seriam barradas pelos controladores dos cabos de conexão.
Em 2007, o maior provedor americano, Comcast, começou a bloquear seus usuários que utilizavam o protocolo de transferência de arquivos BitTorrent. Em 2008, a Federal Communications Commission (FCC), o equivalente à Anatel norte-americana, ordenou que a Comcast parasse com sua prática de intromissão no tráfego da rede. Em 2010, um tribunal revogou a decisão, alegando que a FCC não tem autoridade legal necessária para punir a Comcast. A partir daí, as grandes corporações começaram a elaborar suas próprias regras de tratamento de pacotes de informação. Temendo esse abuso, na proposta de Marco Civil da Internet no Brasil, o Ministério da Justiça inseriu um artigo proibindo a quebra do princípio da neutralidade na rede. O problema é que a Internet é uma rede transnacional e seus principais provedores estão nos Estados Unidos.
Há alguns dias, um dos grandes aliados da neutralidade da rede, o Google, mudou seu comportamneto. Anunciou um acordo de priorização de tráfego com a Verizon (outro dos maiores provedores dos Estados Unidos). Aparentemente, o acordo não parece ser tão ruim. A Verizon concordou em respeitar o princípio da não discriminação de pacotes de dados em suas redes cabeadas e Google reiterou o seu compromisso pela neutralidade da rede. No entanto, a proposta exclui especificamente os serviços de internet sem fio. O acordo também propõe os chamados “serviços de gestão” nas redes com fio (a criação de pistas essencialmente rápidas com regras distintas da web). Coisa muito parecida com os pedágios das estradas paulistas, que tanto empolgam os tucanos e a dupla Serra-Alckmin.
Precisamos atuar imediatamente em defesa da neutralidade na rede. Vamos apoiar o movimento Save the Internet. Escreva emails para a direção do Google. Vamos apelar para que não abram um precedente tão perigoso. Vamos escrever tweets e alertar a todos sobre a importância da neutralidade na rede para a defesa da criatividade e da diversidade cultural. O poder das grandes corporações deve ser barrado. A Internet alcançou tanto sucesso porque seguiu os princípios de liberdade e compartilhamento próprios da cultura hacker. Vamos defender a possibilidade de qualquer jovem criar uma nova aplicação sem ter que pagar pedágio para as operadoras de telecomunicações. Vamos defender a neutralidade na rede!
Fonte: Blog Paulo Teixeira
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via 9gag.com
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Ainda não é consenso geral que estamos diante de uma mudança de paradigma que conduzirá a intensas mudanças nas estruturas de poder econômico, político, jornalístico, social, cultural e até religioso.
A convite do Nino Carvalho elaborei a apresentação no final desse post com o objetivo de:
- Mostrar que realmente há uma mudança de paradigma causando até inversões de valores;
- Apresentar uma hipótese do que causa a mudança de paradigma
- Fornecer bases para a audiência saber lidar com os novos valores
Quem está mergulhado nas redes sociais online está exposto subgrupos culturais que tornam evidente que há um intenso fervilhamento de novos valores, mas é necessário antes de mais nada perceber que, por maiores que sejam, esses grupos são minorias que podem jamais influenciar a sociedade em geral.
Fenômenos como a mobilização online para interferir na execução por apedrejamento de uma mulher acusada de adultério ou para ajudar a população do Irã a eleger o presidente 99.98% ditador no lugar do que é 99,99% ditador praticamente se restringem à Internet.
Por outro lado a Internet se impõe como um fenômeno cada vez mais onipresente e esses subgrupos tem enorme visibilidade quando as pessoas “comuns” buscam informações na Internet.
Devemos nos perguntar se a Internet é um ambiente favorável à modificação de valores e criação de um novo paradigma ou se – e esta é a minha opinião – ela é apenas uma eficiente janela para assistirmos a continuação de um processo que se iniciou há muito tempo.
Sendo assim profissionais de marketing e assessoria de imprensa (talvez os primeiros a sentir o impacto dos novos valores) tem a rara oportunidade de assistir e participar das mudanças que estão ocorrendo.
Quem não fizer isso certamente se tornará tão obsoleto quanto os condutores de carruagens do século retrasado.
Entre os sinais inequívocos das mudanças a que me refiro temos a forma como o cidadão comum (mesmo que não entre na Internet) vê questões como propriedade intelectual, privacidade e ofensa ou defesa da honra.
Ninguém (ou quase ninguém) se anima com a ideia de que o mundo está diante de um novo paradigma que nos obrigará a repensar todas as bases da nossa realidade.
Nossa tendência naturalmente é supor que estamos apenas diante do bafafá causado pelo deslumbramento com uma nova tecnologia de comunicação como o surgimento do telefone.
Resistir às mudanças é uma característica bastante comum (e inteligente) que nos ajuda a organizar o raciocínio e evitar o desperdício de energia com um “fogo de palha”.
Gostaria de poder transcrever as quatro horas de argumentos e conversa com as primeiras pessoas a participar dessa apresentação, mas como isso não é possível vou apenas anexar os slides e convidar você que chegou até aqui a observar no mundo offline sinais de mudanças estruturais em nossa civilização.
Conversão 2.0View more presentations from Roney Belhassof. -
Por Redação Link
A Justiça norte-americana aceitou o processo de um homem no Havaí, que alegou que ficou tão viciado no jogo Lineage II que teria “parado de agir normalmente em atividades rotineiras como se levantar da cama, vestir-se, tomar banho ou se comunicar com família e amigos”.

O homem que entrou com a ação, Craig Smallwood, diz que a empresa sul-coreana NCsoft, que produz o jogo, deveria lhe pagar uma indenização por causa da natureza viciante do game.
Ele alega que passou mais de 20 mil horas no mundo construído na franquia, entre 2004 e 2009, e que não teria nem começado a jogar se soubesse que não conseguiria parar.
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O mercado de design brasileiro encontra-se saturado de empresas que oferecem os mesmos produtos da mesma maneira e com a mesma postura.
O designer brasileiro não é treinado para perceber design como investimento estratégico e nem para oferecer seus serviços baseados nesse argumento. Consequentemente, tem dificuldade de gerar e gerir o seu próprio negócio, tornando-se um eterno executor de demandas que são identificadas e solucionadas por terceiros.
Nos séculos XIX e XX, antes do surgimento das escolas de Desenho Industrial, já existia a percepção de quão valiosa é a utilização de uma visão projetual que perceba as necessidades das empresas e que desenvolva produtos e processos em apoio às suas estratégias. Dois casos bastante conhecidos são os de Michael Thonet para sua própria empresa, a Casa Thonet, e o de Peter Behrens para a AEG.
Com o passar do tempo, o que começou como uma disciplina estratégica e projetual, ramificou-se para outras funções, na maioria das vezes, de apoio a outras disciplinas ligadas a estratégia e promoção. O mercado em que este profissional está inserido atualmente é um reflexo desta evolução.
É por acreditar na força da visão estratégica e de que a partir desta percepção cada profissional tem poder para definir caminhos alternativos, desenvolvendo negócios e produtos relevantes e transformadores, que utilizarei este espaço como um meio para levantar questões sobre estes temas e incentivar reflexões positivas sobre a construção de um mercado profissional saudável.
Até a próxima…
Leitura recomendada:
De Masi, Domenico. A Emoção e a Regra, Os Grupos Criativos na Europa de 1850 à 1950. -
via papodebudega.com
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via acriacao.com
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via 9GAG.com Site Feed em 15/08/10
Submitted by: charlesley
Posted at: 2010-08-15 18:13:20
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via IdeaFixa - artes visuais, ilustração, design e fotografia de Julio C Borges em 05/08/10
A IDEO lançou recentemente um nova plataforma social de Open Innovation aplicada ao Design. Essa rede social se chama OPENIDEO. A idéia é tentar achar respostas para os problemas, definir as perguntas certas, e sempre ter bem claro que não existe apenas uma solução possível para um projeto mas que sempre deve haver uma outra solução, tendo em vista sempre os aspectos de negócio, tecnologia e pessoas. A IDEO é a empresa líder em matéria de design no mundo, criando uma variedade de inovações, particularmente serviços e produtos, tendo clientes tradicionais como a Pepsi, 3M, Procter & Gamble, Samsung, Hewlett- Packard, Elly Lilly, Microsoft, entre outros.
Com essa nova plataforma, a IDEO e o Tim Brown buscam trazer os internautas para o chamado Design thinking (fazer as coisas pensando no usuário delas), com base nos três pilares principais do conceito já citados acima. Você pode aproveitar seu perfil no Facebook para se conectar a essa nova rede social.
Tags: design, produto, projeto, rede socialPosts relacionados
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via 9GAG.com Site Feed em 03/08/10
Submitted by: charlesley
Posted at: 2010-08-03 13:07:11
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