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    via 9GAG.com Site Feed em 29/07/10

    Submitted by: toxicat
    Posted at: 2010-07-30 01:24:59
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    Coisas que você pode fazer a partir daqui:

    Posted via email from Léo Ferreira

  • O final do video é o melhor!!!

    Posted via email from Léo Ferreira

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    Hi,

    esse é antigo

    maninthedark.com by Miltos Manetas and Aaron Russ Clinger ..
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    - Leoarteiro


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    Posted via email from Léo Ferreira

  • Enviado para você por Léo Ferreira através do Google Reader:


    Five Second Project – “CMYK” é um festival que rola no Vimeo. Basicamente, qualquer um pode participar enviando animações de no máximo 5 segundos relacionado ao tema CMYK. Infelizmente só fiquei sabendo do festival agora e tem até domingo (25/07) para “upar” os videos. Quem não tiver compromisso ou não for fazer a atualização de mil fotos no facebook/orkut pode participar e mostrar o talento canarinho, pois a maioria das animações parecem exercicios de tutoriais, sim, claro, tem algumas bem legais.

    beijosmetwitta o seu trabalho, que eu quero ver ;)

    @tomcarvalho

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    Coisas que você pode fazer a partir daqui:

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Terminei!!!  É, demorou mas tá valendo!
    Tem o link pro youtube também: http://www.youtube.com/watch?v=P3rfOXVlFkk


  • Não importa o que fizeram com você; o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com vocêSartre - da coleção.

    Desde que o médico nos tirou lá de dentro, daquele cantinho gostoso, quentinho e protegido e nos deu aquele tapão na bunda e disse:

    “É menino! ou / É  menina!”.

    E desatamos a chorar…

    Não tem mais jeito: estamos num campo minado de abusos sociais de todos os tipos.

    Se aculturar, no fundo, é nos tirar de uma natureza e nos “enquadrar” para viver em sociedade.

    A vida ensina, dizem, mas alguém é o mestre….

    E existem várias formas de ensinar e aprender.

    Por mais que tenhamos pais ou mães carinhosos, eles têm também a sua taxa de abusos sofridos, que, se não trabalhada, faz com que os repassem adiante, num grande jogo de dominó de geração para geração…

    Como dizia a Legião Urbana, na voz do Renato Russo:

    Sou uma gota d’água
    Sou um grão de areia
    Você me diz que seus pais
    Não entendem
    Mas você não entende seus pais…
    Você culpa seus pais por tudo
    Isso é absurdo
    São crianças como você
    O que você vai ser
    Quando você crescer?

    Você me diz que seus pais

    Não entendem

    Mas você não entende seus pais…

    Você culpa seus pais por tudo

    Isso é absurdo

    São crianças como você..

    Ou seja,  foram abusadas também em casa, na escola, na rua, no trânsito, na fila, pelas autoridades.

    Gosto contra essa escalada abusiva,  da ética “matadora” de que:

    “Não devemos fazer aos outros, aquilo que não queremos que façam conosco”.

    O que dá um bom norte para termos atitudes.

    O referencial será sempre nosso afeto quando somos abusados e nos dá a dimensão de como e quando estamos abusando, pois estamos fazendo com o outro o que não gostaríamos que fizessem com a gente.

    Tentando, assim, romper, o círculo vicioso.

    Um abusado tem uma relação de amor (atração) e ódio com o abusador.

    É preciso se separar e sempre se auto-referenciar para saber:

    O que eu posso mudar para evitar abusar e ser abusado?

    Um inventário a cada momento de crise nas duas direções.

    Sempre penso, ou pelo menos tento, o que eu posso fazer para mudar?

    Ninguém dá limite a ninguém só a ele/ela mesmo.

    A partir daí, não tem espaço para abusos.

    Evitar “abusadores” de todos os níveis é sempre algo saudável.

    Um abusador é uma pessoa que não acordou, ou não quer, para sua abusividade.

    Quando é impossível se separar destes, procuro criar canais intermediários, evitando o papo direto.

    Prefiro o e-mail, colocar um intermediário qualquer, para poder ter tempo de ver o abuso lançado, chegando, batendo, deixando cair, olhando, analisando e, só então, conseguindo sair da armadilha.

    Viver não é fácil, ainda mais se queremos reduzir a carga de abusos do mundo, ser diferente, não repetir a sina do Belchior:

    Minha dor é perceber

    Que apesar de termos

    Feito tudo o que fizemos

    Ainda somos os mesmos

    E vivemos

    Ainda somos os mesmos

    E vivemos

    Como os nossos pais…

    E tudo começa dentro de nós.

    E nunca no outro.

    Achar que o outro vai mudar, é, no fundo, uma espécie de abuso que fazemos com nós mesmos e com os demais.

    Algo típico do brasileiro que quer um país melhor, desde que comece pelo outro. Quanto mais longe e inatingível estiver esse outro e as ações que podemos fazer para levar menos violência ao mundo, melhor.

    Uma neurose tropical…

    O que isso tem a ver com o mundo 2.0?

    Talvez seja o núcleo desse novo capitalismo mais humanizado que procuramos.

    Essa ética que tanto procuramos, talvez não seja tão difícil quanto possa parecer, basta começar com cada um.

    Que dizes?

    Posted in Gestão da sabedoria

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Você já deve ter ouvido por aí que a internet transformou escassez em abundância. No entanto, existe uma escassez que a internet não exterminou até hoje – a de boas críticas ao seu modus operandi.

    Uma das minhas últimas leituras tenta preencher essa lacuna – Você não é um aplicativo (248 páginas/Editora Saraiva), de Jaron Lanier, pesquisador, um dos pioneiros da web e da realidade virtual. É um dos livros mais eruditos pertencente à safra atual de autores críticos à internet. E passa bem longe do desabafo raivoso de Culto ao Amador, de Andrew Keen.

    Lanier parte do pressuposto de que a glorificação de mantras – como colaboração online, informação livre e sabedoria das multidões – tem ofuscado a criatividade individual e o livre-arbitrio. Hoje a opinião de um sommelier vale menos do que um serviço de internet sobre vinhos que tenha um potente algoritmo capaz de reunir a opinião de vários anônimos na internet. Em nome de uma suposta “inteligência coletiva”, existe um mito de que quantidade é qualidade.

    Acredita-se demais na sabedoria das multidões e pouco na do indivíduo.

    Uma tecnologia que agrega conteúdo tem, por exemplo, mais destaque do que o indivíduo que produz conteúdo original. Ou seja, o algoritmo, a tecnologia são mais relevantes do que o “ser humano individual”. Segundo Lanier, isso precisa mudar. O indivíduo necessita recuperar o reconhecimento, como o era desde os primórdios da web.

    A partir dessa premissa, o autor foca as críticas no hype das plataformas de redes sociais. Com a autoridade de ser um dos visionários pioneiros da web, Lanier afirma que as atuais redes sociais são impessoais, incentivam as pessoas a criar presenças online padronizadas. Bem diferente do início da web, quando você tinha liberdade criativa para fazer o que quisesse em uma página pessoal. Cada página era de um jeito, o que refletia a natureza própria de cada pessoa.

    O Facebook, ao contrário, padroniza tudo. Todos os perfis têm o mesmo layout e a mesma arquitetura. Quando entramos na rede social, somos obrigados a preencher um cadastro impessoal, que parece feito para um público padrão. Temos que limitar toda a nossa personalidade a algumas linhas de texto.

    Em outras palavras, nos diminuímos como ser humano para entrar nos parâmetros pré-definidos da rede social. Por isso, é uma ilusão achar que as plataformas de redes sociais são um retrato completo e fiel do que somos.

    Neste sentido, Lanier afirma que as plataformas de redes sociais não aumentaram numericamente as nossas amizades. Na realidade, reduziram a noção do que seja amizade. Um exemplo é o fato de existirem pessoas orgulhosas de ter acumulado milhares de amigos em redes sociais. Isso, segundo o pesquisador, não passa de uma pura ilusão e reducionismo do conceito de amizade. Reflexo de como as pessoas se diminuem para poder utilizar um serviço de internet, enquanto que, contrariamente, os serviços de internet que deveriam se adaptar a gente.

    Nessa linha, softwares e serviços de internet, em vez de nos libertar, criaram padrões e nos prenderam a estruturas prontas, que ofuscam a nossa visão e deixam de fora outros caminhos. A noção de arquivo é um exemplo. Nos primórdios da computação, diversos cientistas achavam que a ideia de arquivos não era boa, refletia muito pouco a natureza humana. A expressão humana não vem em blocos ou gavetas.

    No entanto, para poder utilizar os computadores, nos adaptamos à ideia de arquivos, quando o contrário deveria ter acontecido. Segundo Lanier (foto abaixo), o conceito de arquivos se tornou tão totalitário na computação que, hoje em dia, não conseguimos pensar em outro tipo de estrutura.

    Ainda na questão das redes sociais, o autor afirma que o Facebook trabalha com uma das piores coisas que existe na humanidade – pressão social. O newsfeed da rede social opera neste sentido – informa a todos os seus amigos o que você fez, comprou, leu e curtiu. É como se ele dissesse – eu li, comprei e curtiu tal coisa. Você também não vai ler, comprar e curtir? Vai ficar de fora?!

    Sobre o quanto a tecnologia influencia a cultura e vice-versa, Lanier afirma que é um mito acreditar que a adolescência está sumindo – as pessoas pulariam direto da infância para a vida adulta. Na realidade, estaria acontecendo o contrário, a infância e a adolescência estariam sendo prolongadas. Hoje é comum encontrar pessoas na faixa dos 30 anos que ainda estão namorando e não tomaram nenhuma decisão definitiva do que querem fazer da vida. Seria como se elas ainda estivessem em um “útero estendido”.

    A internet foi uma das tecnologias que melhor absorveu essa mudança de comportamento e cultura. Crianças e adolescentes querem atenção. Da mesma forma, hoje, em nossa “adolescência prolongada”, podemos receber atenção suficientes por meio de redes sociais e blogs. Adolescentes e crianças querem evitar a ansiedade da separação. Da mesma forma, tuitamos para manter uma conexão constante e minimizar a noção de casa vazia na hora de dormir (quando li esse parte, lembrei que algumas pessoas ficam penduradas no Twitter até a hora de dormir).

    Segundo Lanier, essa “adolescência prolongada” se reflete em pequenos detalhes na web – nos nomes de startups – MeTickly, Ublibudly -, que, diga-se de passagem, parecem saídos de um jardim de infância, e também nas discussões em blogs e comunidades em redes sociais, nos quais muitas vezes os participantes têm postura de crianças mimadas (somente porque você não me deu atenção, vou escrever um post contra você).

    Essa “adolescência estendida”  se reflete também quando diretores de startups do Vale do Silício se reúnem. Segundo o pesquisador, quando você pensa que eles estão preocupados em gastar seus neurônios para encontrar uma forma de curar o câncer ou o problema de água potável no mundo, descobre que, na verdade, eles estão discutindo como criar um serviço que permita fazer upload de fotos de gatos ou dragões de jogos RPG.

    Lanier não faz juízo de valor quanto a essa mentalidade de “eterna adolescência” potencializada pela web, mas afirma que é preciso termos conhecimento de que ela existe. A infância e a adolescência são as fases mais interessantes da vida, quando aprendemos a usar a imaginação sem restrições, mas também é a época em que deixamos transparecer alguns dos aspectos mais negativos, como o egoísmo.

    Do antepenúltimo capítulo em diante, Lanier perde totalmente o foco do livro, começa a fazer algumas divagações muito pessoais sobre realidade virtual. Porém, o pesquisador deixa transparecer a sua visão transcendental e futurista da realidade virtual. Vivenciar é, para ele, a melhor maneira de aprender algo. E com a realidade virtual, o homem poderia mesmo que artificialmente vivenciar várias coisas, o que proporcionaria a ele uma experiência reveladora, um melhor conhecimento de si mesmo.

    Você não é um aplicativo é um dos poucos livros que mostra o quanto alguns mantras sagrados da web – crowdsourcing, sabedoria das multidões, informação quer ser livre – viraram mainstream, lugar comum. Esses mantras, segundo o pesquisador, estão nos negócios do Vale do Silício, no meio acadêmico e no foco da cobertura da imprensa de tecnologia. A tendência é que esse tipo de pensamento fique igual à noção de arquivos, tão incrustada em nossa sociedade que não teremos capacidade pensar em outros caminhos possíveis.

    Até entendo essa visão de Lanier, uma vez que ele está muito envolvido no Vale do Silício, mas acho que exagera um pouco nesse ponto. Realmente, esse tipo de pensamento virou lugar comum. Basta ir a um seminário sobre internet. A linha de pensamento e filosofia dos palestrantes é, em geral, muito parecida. É possível, no entanto, encontrar pessoas que fogem desses mantras.

    Para mim, Você não é um aplicativo soou como se um dos visionários pioneiros da web chegasse e dissesse – Desculpe, as coisas não saíram conforme o planejado, contudo ainda há chance de reverter. Neste sentido, Lanier não se parece com um luddista. Ele quer que a gente continue utilizando a internet, mas centrado nas pessoas e não nas tecnologias.

    “É um erro segmentar uma rede de pessoas em pedaços tão pequenos que você acaba com uma massa disforme. Então, você começa a se preocupar mais com a abstração da rede (sabedoria das multidões) do que com as pessoas reais que participam dela, apesar de a rede por si só ser totalmente inexpressiva. Só as pessoas têm alguma importância”

    Se existe uma frase que melhor define o livro é -  antes de tudo, são as pessoas, e não as tecnologias, as responsáveis pelos grandes avanços da humanidade.

    Veja também: A Arte de criar e transmitir boatos

    Crédito das fotos: mrdestructicity, jdlasica smlions12 e fensterbme

    Publicado por Tiago Dória, em 19 de julho de 2010 (Segunda-feira). Categoria: livros. Tags: , , , ,

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  • Como eles conseguem? Essa do Mano Menezes eu quero ver.

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Num mundo que se move a terabites por segundo, não serão os maiores que engolirão os menores, mas os mais rápidos que engolirão os mais lentos – Benito Paretda minha coleção de frases;

    (Reflexões após o Wikishop que coordenei  ontem na Petrobras)

    Do Houaiss:
    Colaborar
    verbotransitivo indireto e intransitivo1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participarEx.: <c. numa campanha> <c. é dever de todos>transitivo indireto2 concorrer ou contribuir paraEx.: tudo colaborava para o fracasso do empreendimentotransitivo indireto3 escrever artigos (para publicação periódica), verbetes (para dicionário ou enciclopédia) etc.Ex.: <colaborei muito nessa revista> <colaboro neste dicionário há quatro anos>transitivo indireto4 efetuar trabalho de cooperaçãoEx.: todos queriam c.
    verbo
    transitivo indireto e intransitivo
    1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participar
    Ex.: <c. numa campanha> <c. é dever de todos>
    transitivo indireto
    2 concorrer ou contribuir para
    Ex.: tudo colaborava para o fracasso do empreendimento
    transitivo indireto
    3 escrever artigos (para publicação periódica), verbetes (para dicionário ou enciclopédia) etc.
    Ex.: <colaborei muito nessa revista> <colaboro neste dicionário há quatro anos>
    transitivo indireto
    4 efetuar trabalho de cooperação
    Ex.: todos queriam c.
    lat.tar. collabóro,as,ávi,átum,áre ‘trabalhar de comum acordo’; ver labor-; f.hist. 1706 collaborar
    Colaborarverbotransitivo indireto e intransitivo1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participarEx.: <c. numa campanha> <c. é dever de todos>transitivo indireto2 concorrer ou contribuir paraEx.: tudo colaborava para o fracasso do empreendimentotransitivo indireto3 escrever artigos (para publicação periódica), verbetes (para dicionário ou enciclopédia) etc.Ex.: <colaborei muito nessa revista> <colaboro neste dicionário há quatro anos>transitivo indireto4 efetuar trabalho de cooperaçãoEx.: todos queriam c.verbotransitivo indireto e intransitivo1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participarEx.: <c. numa campanha> <c. é dever de todos>transitivo indireto2 concorrer ou contribuir paraEx.: tudo colaborava para o fracasso do empreendimentotransitivo indireto3 escrever artigos (para publicação periódica), verbetes (para dicionário ou enciclopédia) etc.Ex.: <colaborei muito nessa revista> <colaboro neste dicionário há quatro anos>transitivo indireto4 efetuar trabalho de cooperaçãoEx.: todos queriam c.lat.tar. collabóro,as,ávi,átum,áre ‘trabalhar de comum acordo’; ver labor-; f.hist. 1706 collaborar
    Essa ideia de revisar o conceito de colaboração veio do pessoal da HSBC, ao implantarem a Intranet 2.0 deles.
    De tempos em tempos, mudanças na sociedade nos obrigam a rever conceitos, pois eles estavam imersos em uma realidade e ficaram obsoletos.
    Ou seja, nossa maneira de pensar sobre o mundo está baseada em filosofias e teorias, que são resumidas em conceitos.
    As ideias envelhecem, apesar dos nossos egos destestarem isso. :)
    Pois bem, trabalhar, como disse o Houaiss:
    Trabalhar:
    n verbo
    intransitivo
    1 ocupar-se em algum ofício, profissão ou atividade
    Ex.: trabalha no comércio
    transitivo indireto e intransitivo
    2 (sXIII)
    empenhar-se, esforçar-se para executar ou alcançar alguma coisa; empregar diligência e trabalho
    Ex.: <trabalhou sem descanso na redação do projeto> <os homens, por mais que trabalhem, não conseguem paz>
    transitivo direto
    3 dar trabalho a; fatigar com trabalho
    Ex.: trabalhou bastante os empregados para encurtar a empreitada
    intransitivo
    4 realizar suas atividades; estar em funcionamento; mover-se, funcionar
    Ex.: o relógio deixara de t.
    transitivo direto
    5 pôr em obra; lavrar, manipular
    Ex.: <t. o mármore> <t. um metal> <t. a madeira>
    transitivo direto
    6 preparar (o solo) para cultivo agrícola; arrotear
    Ex.: t. a terra
    transitivo direto
    7 submeter a treinos, exercícios (uma pessoa, uma equipe, um animal etc.) para melhorar ou aperfeiçoar seu desempenho
    Ex.: <trabalhou o candidato para a última e terrível prova> <queria t. o novo cavalo para o grande prêmio>
    intransitivo
    8 desenvolver ação sobre; atuar
    Ex.: sobre o animal morto trabalhavam os agentes da decomposição
    transitivo direto
    9 (sXIV)
    executar ou preparar com esmero
    Ex.: t. uma tese, um discurso
    transitivo indireto
    10 colaborar, contribuir para
    Ex.: tudo parecia t. para a sua infelicidade
    transitivo direto
    11 (sXIII)
    causar aflição a; atormentar
    Ex.: aquela obsessão trabalhava-o continuamente
    intransitivo
    12 empenar (falando-se da madeira)
    predicativo
    13 Regionalismo: Brasil.
    exercer a profissão de; desenvolver uma atividade como
    Ex.: ele trabalha de (como) garçom
    predicativo
    14 Regionalismo: Brasil.
    comportar-se como; agir, atuar
    Ex.: t. de bandido
    pronominal
    15 (1899)
    demonstrar esforço, aplicação
    Ex.: trabalha-se muito, aqui, por um cargo mais compensador
    transitivo indireto
    16 fazer negócio ou comerciar com
    Ex.: a loja não trabalhava com laticínios
    transitivo direto
    17 procurar obter a estima, a simpatia ou o apoio de
    Ex.: tentava t. os companheiros para eleger-se no sindicato
    transitivo direto
    18 instruir, preparar (pessoa, grupo ou coletividade) para desempenhar determinado papel ou função
    Ex.: <cabia-lhe t. os alunos para a faculdade> <vinha trabalhando os moradores do bairro para que apoiassem o novo prefeito> <iria t. o aprendiz até que ele pudesse dominar o ofício>
    transitivo indireto
    19 atuar, desempenhar papel em (espetáculos de teatro, cinema, televisão etc.); representar
    Ex.: <trabalhou numa peça de Ibsen> <só crianças trabalharam naquele filme>
    transitivo indireto e intransitivo
    20 Rubrica: umbanda.
    realizar ações rituais
    Ex.: <t. para o mal> <t. em todas as linhas> <t. praticando o bem>
    Nas duas definições, o trabalho é individual.
    E a colaboração é coletiva.
    C0-laboro.
    E nós acordamos cedo para trabalhar, fazer a minha parte, resolver o que me cabe nesse latifúndio.
    E alguém lá da empresa, de um determinado departamento chato qualquer, diz que deveríamos compartilhar mais o que fazemos.
    Saco.
    E aí falam que é preciso “colaborar”.
    Ou seja, nós vivemos do trabalho (individual) e é isso que esperam de nós.
    E, se der, podemos dar uma força, de forma voluntária, para a galera, colaborando.
    Duas coisa batem de frente com a definição do dicionário.
    As empresas cresceram, tornaram-se complexas e a ideia de trabalho individual, como está no dicionário, é reduzida, pois há uma interdependência cada vez maior.
    Não é à toa que o termo vem do século XIX:
    regr. de trabalhar; ver trabalh-; f.hist. sXIII traball’, sXIII traballo, sXIV trabalho, sXV trebelho, 1899 travalho
    Trabalhar antigamente estava basicamente ligado à produção de coisas físicas, bens materiais, roupas, utensílios, preparação de comida.
    As pessoas aprendia, de boca, e se relacionavam com essa produção, guardando as coisas na memória.
    Passamos a armazenar tudo nos livros e depois nos computadores.
    E hoje empresas trabalham praticamente todas em computadores.
    98% do tempo de 98% das pessoas que trabalham nas empresas fazem exatamente o que?
    Produzem documentos.
    Sim, todos nós ao sermos perguntados para os nossos filhos devemos responder e ser sinceros:
    “Papai e mamãe fazem documentos digitais”.
    A diferença de cada pessoa é que tipo de documento digital ele faz.
    Planilha? Documento texto? Apresentações? Gráficos?
    Assim, trabalhar hoje é basicamente produzir documentos digitais.
    O que nos faz

    De tempos em tempos, mudanças na sociedade nos obrigam a rever conceitos e palavras, pois eles estavam imersos em uma realidade e ficaram obsoletos.

    Ou seja, nossa maneira de pensar sobre o mundo está baseada em filosofias e teorias, que são resumidas em conceitos.

    Há uma clara contradição entre os termos colaborar e trabalhar hoje em dia.

    (A ideia de revisar o conceito de colaboração veio do pessoal da HSBC, ao implantarem a Intranet 2.0 deles.)

    Assim, temos hoje uma contradição entre trabalhar e colaborar.

    Vejamos o que diz o dicionário:

    Do Houaiss:

    Colaborar

    verbo

    transitivo indireto e intransitivo

    1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participar

    Trabalhar:

    n verbo

    intransitivo

    1 ocupar-se em algum ofício, profissão ou atividade

    Ex.: trabalha no comércio

    transitivo indireto e intransitivo

    2 (sXIII)

    empenhar-se, esforçar-se para executar ou alcançar alguma coisa; empregar diligência e trabalho

    Ex.: <trabalhou sem descanso na redação do projeto> <os homens, por mais que trabalhem, não conseguem paz>

    transitivo direto

    3 dar trabalho a; fatigar com trabalho

    Ex.: trabalhou bastante os empregados para encurtar a empreitada

    intransitivo

    4 realizar suas atividades; estar em funcionamento; mover-se, funcionar

    Ex.: o relógio deixara de t.

    transitivo direto

    5 pôr em obra; lavrar, manipular

    Ex.: <t. o mármore> <t. um metal> <t. a madeira>

    transitivo direto

    6 preparar (o solo) para cultivo agrícola; arrotear

    Ex.: t. a terra

    transitivo direto

    8 desenvolver ação sobre; atuar

    Ex.: sobre o animal morto trabalhavam os agentes da decomposição

    transitivo direto

    9 (sXIV)

    executar ou preparar com esmero

    Ex.: t. uma tese, um discurso

    transitivo indireto

    10 colaborar, contribuir para

    Ex.: tudo parecia t. para a sua infelicidade

    transitivo direto

    14 Regionalismo: Brasil.

    comportar-se como; agir, atuar

    Nas duas definições, pode se concluir que trabalho é individual, como era o do artesão, antigamente.

    E colaboração é coletiva.

    Trabalho sozinho.

    Co-laboro – eu e mais gente.

    Dessa maneira, acordo cedo para trabalhar, fazer a minha parte, resolver o que me cabe nesse latifúndio.

    E alguém lá da empresa, de um determinado departamento chato qualquer, diz que deveríamos compartilhar mais o que fazemos.

    Saco.

    E aí falam que é preciso “co-laborar”.

    Ou seja, nós vivemos do trabalho (individual) e é isso que esperam de nós.

    E, se der, podemos dar uma força, de forma voluntária, para a galera, vamos “colaborar” algo extra, voluntário, que precisam me convencer, talvez aumentar meu salário.

    Portanto, foram as próprias organizações que incutiram – e continuam – de que trabalho é compulsório e colaboração voluntária.

    Como se fosse possível hoje se trabalhar sozinho e não em grupo.

    Um projeto 2.0, portanto,  introduz a colaboração compulsória, (e sem dor)  como veremos adiante.

    Por que isso?

    As empresas cresceram, tornaram-se complexas e a ideia de trabalho individual, como está no dicionário, é reduzida, pois há uma interdependência cada vez maior.

    É uma visão cartesiana que não cabe no mundo Internetiano complexo.

    Não é à toa que o termo vem do século XIX:

    regr. de trabalhar; ver trabalh-; f.hist. sXIII traball’, sXIII traballo, sXIV trabalho, sXV trebelho, 1899 travalho

    Além disso, trabalhar antigamente estava basicamente ligado à produção de coisas físicas, bens materiais, roupas, utensílios, preparação de comida.

    As pessoas aprendiam, de boca, e se relacionavam com essa produção, guardando as coisas na memória.

    Passamos a armazenar tudo nos livros e depois nos computadores.

    E a produzir cada vez mais serviços e bens intangíveis.

    E hoje empresas trabalham praticamente todas em computadores.

    - 98% do tempo de 98% das pessoas que trabalham nas empresas fazem exatamente o que?

    Produzem documentos digitais, impressos, ou não.

    Sim, todos nós ao sermos perguntados pelos nossos filhos, devemos ser sinceros:

    “Papai /mamãe fazem documentos digitais”.

    A diferença de cada trabalho é o  tipo de documento digital que se produz.

    Planilha? Documento texto? Apresentações? Gráficos?

    Diga o que salvas e te direi quem és!

    Assim, trabalhar hoje é basicamente produzir documentos digitais.

    As pessoas são pagas, assim, para encher os computadores de bytes para que –  bem articulados com suas atividades –  estes bytes organizados possam agregar valor à sociedade e – só então – gerar recursos, motivação, lucros para quem os produz.

    Quanto melhor, mais rápida, mais barata, menos repetitiva, mais inteligente, eficaz, inovadora, mutante, relacional for a produção destes documentos digitais melhor uma empresa estará dentro do mercado.

    Ao pensarmos, então, em projetos colaborativos  estamos falando em melhorar a forma de como as pessoas armazenam seus documentos e como os outros, depois de salvos, se relacionam com eles.

    A raiz, assim, de um projeto de empresa 2.0 colaborativa, é,  basicamente, a criação de bases de dados, nas quais estes documentos serão salvos, compartilhados, melhorados, incorporados de novos atributos.

    É isso que a Internet tem trazido de bom para a humanidade.

    E é por causa dessas bases de dados colaborativas que ela consegue se administrar, vide Google.

    Ou seja, usar os recursos colaborativos na base de dados dos  documentos (prática comum na Web) para dar um salto de qualidade nas empresas.

    Nada mais que isso!

    O resto vem depois, na aba, comunicação através de blogs, twitters, MSNs, etc.

    Hoje, os documentos são armazenados em nichos, ou no HD do cidadão/cidadã ou no diretório de um dado departamento.

    Temos cabeça de HD.

    Essa prática espelha a visão do trabalho antiga da “eu-laboração” dentro de uma determinada “eu-quipe”.

    Assim, uma empresa 2.0 começa justamente mudando essa maneira de trabalhar.

    Vou deixar claro, então:

    • Uma empresa 2.0 vem para mudar a forma de trabalho;
    • Uma empresa 2.0 vem para mudar, principalmente, como e onde salvamos nossos documentos;
    • Uma empresa 2.0 vem para mudar a forma como os outros se relacionam com estes documentos depois de salvos.

    Ponto final!

    Mudar a forma de salvar e de nos relacionarmos com os documentos, utilizando ferramentas 2.0, enfim, é a grande revolução na maneira de operar as organizações!!!

    (O que nos faz repensar esse blá-blá-blá de gestão de conhecimento, de informação, de qualidade, que ficam girando como moscas em cima de um pão de padaria velho. Geram fumaça para não fazer mudanças.)

    Portanto, um projeto 2.0 em uma empresa tem um lado voluntário e outro involuntário.

    O involuntário é o mais fácil e gera ECONOMIAS E LUCROS incomensuráveis para qualquer organização.

    O presidente da empresa manda todos os seus diretores, que mandam seus gerentes que mandam seus coordenadores implantarem bases de dados colaborativas em toda a empresa.

    Ou seja, passa a ser lei, norma, regra, que todos os documentos pasem a:

    • ser salvos em um ambiente web, Intranet;
    • em repositórios 2.0 que permitem,  comentários, notas, tagueamento, votos, etc;
    • tendo em cima de tudo uma poderosa ferramenta de busca;
    • E o conceito de agregar diferentes informações, através de RSSs.

    Tudo que está sendo feito pela garotada na Web que, nós, adultos temos a empáfia e a pouca humildade de aceitar.

    Com isso, documentos perdidos e sem reputação passam a receber indicadores da comunidade, que ao clicar já está informando algo para todos.

    Ou seja, a pessoa colabora apenas salvando e clicando no documento dos outros!!

    Valor agregado mais do que agregado.

    Que economia do capeta!!!

    Custo disso, só rindo….

    Os documentos 2.0 são passíveis, assim, de registro coletivo de todos que o acessam, baixam, comentam, tagueiam.

    Em pouco tempo, a sombra documental (do que se quer e não se acha) vai diminuindo, todos começam a achar experiência dos outros na Intranet, o tempo do trabalho repetitivo vai caindo e vai se produzindo em menos tempo documentos com mais qualidade.

    E trabalhando mais e melhor.

    Bingo!

    Fez-se o paraíso da gestão do conhecimento, da informação e da qualidade, com uma canetada!

    Depois, estimula-se que – com o tempo que vai começar a sobrar com menos trabalho burro – que as pessoas comecem a rever mais e mais processos.

    Inteligência chama inteligência!

    Cai o tempo da burrice repetitiva e aumenta-se da inteligência inovadora!!!

    Medição final de qualquer projeto 2.0.

    E pode-se, então, introduzir projetos de colaboração voluntária para gerar ainda mais conhecimento de qualidade, através de comunicação, tipos blogs, fórums, etc.

    As pessoas terão mais tempo para isso, pois cada vez estarão trabalhando com a parte mais nobre de seus cérebros!

    Ou seja, aqui todos publicam em ambientes colaborativos – teremos:

    • As pessoas clicam e baixam e mostram, involuntariamente,  o que é relevante: 100% de adesão;
    • As pessoas comentam, votam, tagueiam – de 30 a 40% de adesão, uma média no meu olhômetro;
    • As pessoas incluem posts em blogs, criam documentos colaborativos, etc – 20% de adesão, também no meu olhômetro.

    Um projeto como esse em qualquer empresa é quase como a descoberta de um Pré-sal.

    Economiza-se uma fábula, tira qualquer uma da lama, torna inovadora até uma produtora de pregos, tornando qualquer organização  mais preparada para um mercado cada vez mais complexo.

    Problemas de vergonha, ego, nichos, resistências são tratadas como sempre foram, na conversa, treinamento, disciplina, etc…

    E isso se resume a um projeto de empresa 2.0.

    Que dizes?

    Diário de blog: as ideias aqui são uma síntese, com uma clareza maior do que tudo se resume a banco de dados colaborativos. Vivendo e aprendendo.

    Posted in Empresa 2.0

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Enviado para você por Léo Ferreira através do Google Reader:

    via ResultsON de Thomaz Gomes em 14/07/10

    O vídeo acima faz parte de uma série de apresentações produzidas pelo pessoal do Ingenegist, que tem levantado algumas teorias interessantes sobre o surgimento de uma nova moeda social. Na opinião deles, daqui a alguns anos, o capital social (valor do seu conhecimento pessoal + sua rede de relacionamentos) poderá valer mais do que o capital de mercado que conhecemos hoje. Será? Dá uma olhada e veja o que você acha.

     


    Coisas que você pode fazer a partir daqui:

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Enviado para você por Léo Ferreira através do Google Reader:

    via ResultsON de Thomaz Gomes em 13/07/10

    Além do Fiat Mio, você já deve ter ouvido falar no Rally Fighter, um projeto de automóvel colaborativo desenvolvido pela Local Motors, com todo o conteúdo 100% Creative Commons. O vídeo acima, publicado no blog da Endeavor esses dias, que além de uma caranga cheia de estilo, plataformas abertas também podem gerar resultados bastante interessantes para as comunidades ao seu redor.

     


    Coisas que você pode fazer a partir daqui:

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Saiba o que vem por aí, na era da inteligência coletiva.

     

    jenkins_2

    Henry Jenkins.
    Você pode ainda não ter ouvido falar deste nome, mas talvez já faça parte do mundo que ele está ajudando a desvendar – o da convergência das mídias.
    O americano, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é considerado um guru por empresas de mídia e entretenimento e aposta na transformação que a velha arte de contar histórias vem passando com as novas tecnologias – e com a interação em massa do público com os produtos de mídia que consome.
    No programa desta semana, Henry Jenkins explica como o conceito de fã está mudando, numa sociedade conectada como a nossa.  Compartilhar informações, discutir episódios de filmes, games, novelas, séries de tv, criar as próprias histórias, interagir com os autores do seu programa favorito – tudo isso tem hoje uma força que não pode ser ignorada. 
    Henry Jenkins  costuma  dizer que não tem bola de cristal, mas aposta que o Brasil tem tudo para ser um polo que vai influenciar a cultura mundial nos próximos anos – principalmente com a Copa e as Olimpíadas.

    Henry Jenkins e Transmídia, no C&T de hoje. Confira os horários aí ao lado.

     

    Equipe C&T.

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Quem quiser nascer tem que destruir um mundo – Herman Hesse – da minha coleção de frases.

    O que podemos fazer na vida?

    Numa tese, num trabalho, num fim de semana?

    Nada?

    Não temos forças, deprimidos?

    Impotência?

    Tudo?

    Vem que eu traço, eufórico, é comigo mesmo?

    Onipotência?

    Afinal, o que seria o meio termo, a potência?

    Vamos ao Houaiss, editando o que interessa:

    Potência:

    1 característica do que é potente, poderoso, forte; poder, força

    2 capacidade de mover (algo); força

    3 direito ou poder de ordenar, de se fazer obedecer; poderio, autoridade, domínio

    4 capacidade para criar, para produzir, para agir

    Ex.: <p. criadora> <p. empresarial>

    5 força, poder misterioso ou sobrenatural

    Ex.: as p. do Bem e do Mal

    10 Rubrica: filosofia. no aristotelismo, possibilidade ou tendência apresentada por qualquer realidade material no sentido de modificar-se ou ser modificada, de tal forma que ela possa perfazer todas as determinações que ainda se mantêm apenas virtuais

    Potência talvez seja o resultado final do seguinte cálculo:

    (Mundo/7bilhões) + eu = potência

    Ou melhor:

    (Mundo/7bilhões) + (eu *  sabedoria) = potência  :)

    Ou seja, nossa relação com a vela com o vento…

    Saber qual a tempestade que nosso barquinho está preparado para enfrentar e chegar bem do outro lado…

    Eis o segredo da estrada…

    • Não ousar, é colocar o leme para a impotência.
    • Ousar além do superável é jogá-lo para a onipotência.
    • Ousar um pouco, na medida certa, e chegar…potência.

    Fico com a oração da serenidade (que não tem nada de religiosa), que tem ajudado muita gente a sair de fundo do poço (difundida pelos grupos de anônimos, principalmente AA), que para mim é justamente a bússola para fazer esse ajuste diário, através do livre arbítrio:

    Dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu posso e sabedoria para que eu saiba a diferença.

    Papo zen num dia lindo de sol no Rio, no início de julho….
    Que dizes?

    Posted in Gestão da sabedoria

    Posted via email from Léo Ferreira

  • Um grupo de programadores iranianos resolveram criar um projeto praticamente impossível: recriar as emoções e a jogabilidade de um dos melhores jogos do mundo, o God of War. O resultado está quase saindo do forno com Garshasp.

    God of War versus Garshasp

    E o mais curioso de tudo é a forma com que o jogo está sendo criado: COMPLETAMENTE com Software Livre! Os jovens programadores, que foram taxados de loucos por causa do projeto, dizem que tiveram que aprender muita coisa em fóruns e sites especializados. “O Google foi nossa Universidade”, diz um deles.

    O resultado foi simplesmente ESPETACULAR! Veja o trailer do game Garshasp:

    Fonte: [Fastblog Marco Gomes]

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  • Documentário coletivo

    • 7 de julho de 2010|
    • 19h27|
    • http://hce7y.th8.us" title="Tweet este Post" target="_blank">Tweet este Post

    Por Agências

    Com a ajuda do diretor Kevin Macdonald, do produtor Ridley Scott e algumas centenas de cineastas, o YouTube vai fazer um filme. O site de vídeos do Google está organizando o projeto “Life in a Day”, que planeja documentar todo o dia 24 de julho com vídeos enviados pelos usuários de todo o mundo.

    —-
    Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook

    A ideia, segundo o site, é que as pessoas enviem vídeos mostrando suas vidas cotidianas. Kevin Macdonald (O Último Rei da Escócia e Intrigas de Estado) fará a direção do documentário coletivo e vai editar o longa-metragem usando o material enviado pelos usuários. Ridley Scott (Gladiador e Robin Hood) será o produtor.

    Página oficial do projeto ‘Life in a Day’. FOTO: REPRODUÇÃO

    “Espero que seja um projeto para abrir os olhos das pessoas para as possibilidades de um filme gerado pelo usuário”, disse Macdonald. “Claro, é um risco. Pode ser que eu não receba nada de interessante. Mas eu não acho que é o caso. Tenho certeza que vamos achar algumas pérolas, algumas coisas mágicas, e é isso que eu estou procurando.”

    O documentário colaborativo fará uma exibição de estreia durante o Festival de Filme Sundance, em janeiro. Simultaneamente será transmitido no YouTube de graça. As pessoas que colaborarem com as imagens serão creditadas como co-diretores, e 20 deles serão convidados para participar do Festival para a estreia.

    O projeto é espelhado em dois outras iniciativas do YouTube de juntar sua gigantesca comunidade aos profissionais. A Orquestra Sinfônica do YouTube, reuniu músicos usuários do site com a ajuda do maestro Michael Tilson e do compositor Tan Dun. E o recente YouTube Play se uniu ao Museu Guggenheim para criar uma “bienal criativa de vídeos”.

    “Sentimos que o YouTube definitivamente mudou a forma como o conteúdo é criado e consumido nos últimos 5 anos”, disse a gerente de filmes e animações do YouTube, Sara Pollack. “Cada um desses projetos dá espaço para pessoas que têm visão, que têm voz, que têm opiniões, que têm talento.”

    Macdonald disse esperar que o filme seja uma espécie de cápsula do tempo. O cineasta, que dirigiu o documentário Touching the Void, afirmou estar inspirado pelos documentários do diretor inglês Humphrey Jennings, nas décadas de 1930 e 1940.

    Macdonald fez um documentário em 2000 sobre Jennings, um dos fundadores do movimento “Mass-Observation”, que pretendia capturar o cotidiano transformando centenas de diários em um livro.

    “Não vou fazer um filme ‘mainstream’, será experimental”, disse Macdonald. “Eu não acredito que todo mundo possa escrever um grande romance, e não acredito que todos conseguem pintar um grande quadro. Mas nesse sentido, as pessoas podem contribuir, dando um pouco de si mesmas, para o que eu espero que seja um grande filme.”

    Tais iniciativas globais passam por enormes dificuldades, sendo a menor delas lidar com todos os idiomas falados nos vídeos. Usuários precisam ter pelo menos 13 anos e podem ser de qualquer país, exceto daqueles restringidos por controles de exportação dos EUA.

    As pessoas terão uma semana para subir os vídeos no YouTube, o que significa que alguns não sejam filmados exatamente no dia 24 de junho. Pollack disse que estão trabalhando sob um “código de honra”.

    Macdonald disse que está mais preocupado em não receber material que não seja honesto ou revelador.

    “Para mim, é mais importante que as pessoas mostrem a intimidade”, afirmou. “Honestidade é o que eu quero”.

    (AP)

    Posted via email from Léo Ferreira